Simples elogios podem mudar o dia tanto de quem recebe quanto de quem os faz

 

Hoje, vivemos cada vez mais atarefados e, geralmente, com pressa. Porém, alguns gestos simples que não tomam nosso tempo poderiam melhorar e muito o dia de alguém. “Pelas ruas, o trânsito nos faz perceber nossos obstáculos em manifestar gentileza. Buzinas, gestos e olhares rancorosos mostram nossas respostas aos atos imprudentes das vias públicas. Nossa gentileza também é colocada à prova no elevador que pegamos e não dirigimos a palavra para quem está do lado, na entrada dos prédios públicos, mercados e lojas, ao deixar nossos filhos na escola, enfim, em todos os lugares”, comenta a psicóloga Tania da Silva (CRP 08/05291).

A nossa gentileza, ultimamente, se faz mais presente nas redes sociais, como cita a psicóloga. “É pelo deslizar de dedos que recebemos e enviamos nossas gentilezas pelas telas em um gesto automático e instantâneo. Pelo celular, trocamos palavras, olhares, gestos e elogios. Gentilezas diárias acompanhadas de belas imagens, sons e frases de efeito”. São atitudes louváveis, porém, e se trouxéssemos essas iniciativas para a nossa vida offline também? 

A psicóloga explica que existe uma área no nosso cérebro chamada de área de recompensa, que é ativada quando fazemos algo de bom para o outro ou simplesmente agradecemos. “A gratidão e as gentilezas são importantes ativadores, pois assim ‘despejamos’ em nosso cérebro a dopamina (neurotransmissores que nos dão a sensação de bem-estar). Assim, se o aluno recebe elogio do professor por determinada situação ou se os pais reforçam o que o filho fez de positivo, com certeza irá querer repetir aquela ação para receber novos elogios”, explica.

O fato de usar gentileza em nossos dias pode colaborar com a melhora do ambiente à nossa volta e, consequentemente, à nós mesmos. Ambientes onde se pratica a gentileza são propícios para desenvolver boas ideias, boas relações, contribuindo para nosso bem-estar psíquico e físico. Se você elogiar o sorriso de uma pessoa ela sentirá confiança para sorrir com mais frequência, por exemplo. “Seja no trabalho, no lar, no ambiente estudantil ou no trânsito, atitudes gentis nos trazem autoestima e desenvolvem ações que só tendem a melhorar as pessoas e seus ambientes”, orienta Tania.

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