Por Evandro Wilk – Nutricionista – CRN 8 12233

 

O óleo de coco começou a ganhar força há alguns anos e desde então está envolvido em diversas polêmicas. Um dos maiores motivos é a grande quantidade de gordura saturada em sua composição. Essa gordura é estável, o que significa que pode ser utilizada para cozinhar sem perder suas propriedades nutricionais. 

Seus benefícios para o corpo são muitos, o óleo é rico em ácido láurico, que possui efeito antiviral, antibacteriano e antifúngico. Além de ser um potente anti-inflamatório, podendo reduzir o colesterol LDL e aumentar o HDL, também possui ação antioxidante pela alta concentração de vitamina E. São encontrados em sua composição triglicerídeos de cadeia média que são absorvidos de forma rápida, transformando-se em energia para o corpo, sendo assim, úteis para um pré-treino, por exemplo.

Mas como qualquer gordura, o óleo de coco é altamente calórico, portanto, deve ser utilizado para fins culinários da mesma forma que outros tipos de gorduras, com moderação. Ou seja, ingerir óleo de coco com a intenção de emagrecer não é algo recomendado isoladamente, uma vez que a perda de peso depende de tudo o que é consumido ao longo do dia. Assim, sem acompanhamento profissional, seu consumo como suplemento pode aumentar as calorias ingeridas durante o dia sem necessidade, tendo efeito reverso quando a intenção é o emagrecimento.

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