Homemade spinach soup in a bowl on wooden background

Existem alguns alimentos que receberam o escore de potencial antidepressivo de acordo com o valor nutricional e relação com a melhora da depressão

É comum a informação de que os alimentos podem ser os vilões ou mocinhos da nossa saúde. Doenças como depressão, precisam ter uma atenção especial. De acordo com a médica especialista em nutrologia Tainá Bremm Bottrel (CRM-PR 35.401), no topo da lista estão:

– Agrião;

– Espinafre;

– Nabo;

– Mostarda;

– Folha de beterraba;

– Alface (de qualquer variedade);

– Ervas frescas (manjericão, salsinha e hortelã);

“Dentre a classificação dos alimentos, como podemos perceber, os vegetais estão em primeiro lugar, seguidos pelas vísceras (fígado e coração), frutas, frutos do mar e legumes”, ressalta Tainá.

Esses alimentos, são ricos em micronutrientes, essenciais para a produção das substâncias do bem-estar, como a serotonina, além de ter potencial de atuar na neuroplasticidade, como uma cicatrização ou mudança de cérebro. “Além disso, ajudam a modular a flora intestinal, mantendo-a saudável, o que ajuda no controle do que entra para a corrente sanguínea ou será eliminado do nosso corpo. Assim, evitamos que substâncias tóxicas, que causam irritabilidade, por exemplo, entrem no nosso corpo e nos tragam prejuízo”, alerta a médica.

Os nutrientes que mais atuam no controle ou tratamento da ansiedade e depressão, são ácido fólico, ferro, ácidos graxos de cadeia longa (ômega 3), magnésio, potássio, selênio, vitaminas do complexo B (B1, B6 e B12), vitamina C, vitamina D e zinco.

Alimente-se bem e pratique exercícios!

De acordo com a médica nutróloga, é no nosso intestino que é produzida a maior parte da serotonina e o exercício físico faz com que aumente a produção dela, de uma forma natural. Porém, o exercício físico deve ser praticado de forma regular e com duração de, no mínimo, 30 minutos.

Além da depressão, doenças autoimunes tem uma relação direta com a alimentação. Portanto, algumas mudanças podem ajudar no controle e, por vezes, até no tratamento de doenças autoimunes.       Alergias respiratórias, de pele, gastrointestinais, síndrome do ovário policístico, candidíase de repetição e diversas doenças podem ser controladas a partir de mudanças na alimentação”, destaca a profissional.

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