É importante estar alerta sobre os riscos e os fatores que favorecem o surgimento da obesidade, que se divide em três tipos

Muitas situações podem levar a pessoa a chegar nesse estágio. Pode-se citar como exemplo o sedentarismo, consumo exagerado de alimentos ricos em gorduras, açúcares, entre outros. Com isso, existe a possibilidade do desenvolvimento de doenças graves, como: diabetes, hipertensão, colesterol elevado, infarto ou artrose dos ossos.

Algumas pessoas precisam tomar bastante cuidado com seus genes, pois eles podem influenciar na maneira em que a gordura corporal é armazenada e distribuída pelo corpo, isso faz com que as famosas “gorduras localizadas” possam aparecer e incomodar tanto a saúde como a estética. Uma das maneiras de solucionar isso é através da estimulação dos hormônios e enzimas que participam da regulação do apetite e gasto energético. A proteína leptina é um dos exemplos de beneficiadores que realiza a função de avisar quando estamos satisfeitos, evitando exageros na hora de comer.

De acordo com a nutricionista Letícia Sabakeviski (CRN-8 12654), existem três tipos de obesidade que se distinguem pela região onde a gordura será localizada no corpo. “Pode ser dividida em obesidade homogênea, onde não há uma predominância da gordura em somente uma área, sendo distribuída em todo o corpo em proporções iguais. A obesidade abdominal, quando a gordura é distribuída predominantemente na região da barriga e cintura, podendo também distribuir-se para o peito e rosto. Estudos mostram que a obesidade abdominal está associada ao risco de desenvolver doenças cardiovasculares. E por último, a obesidade periférica, mais comum em mulheres, quando a gordura localiza-se nas coxas, quadris e nádegas. Está associada a problemas circulatórios, como insuficiência venosa e varizes”.

Ainda de acordo com a nutricionista, alguns sintomas são predominantes quando a pessoa possui obesidade. São eles:

– Dificuldade para se movimentar;

– Sentir cansaço com frequência;

– Apneia do sono;

– Roncos;

– Falta de ar;

– Dores no corpo e articulações;

– Baixa autoestima;

– Indisposição.

Por ser uma condição que afeta todo o corpo, a obesidade deve ser acompanhada por especialistas de diversas áreas (nutricionista, educador físico e cardiologista, por exemplo). Um acompanhamento nutricional adequado é de extrema importância, pois o profissional deve auxiliar e orientar sobre as melhores escolhas alimentares que se adaptem à rotina e ao estilo de vida da pessoa que sofre de obesidade. Os resultados devem ser de forma gradativa, nunca acontecendo de uma hora para outra. Sabendo disso, o paciente realmente deve entender a importância de uma alimentação saudável para levar esses hábitos para toda a vida.

A nutricionista Letícia explica a importância de calcular o índice de massa corporal (IMC) para ver a condição do peso, se está elevado ou não, de acordo com a relação entre o peso e altura. “É uma fórmula simples para detectar o peso em excesso. Além disso, é necessário a realização de outros exames para obter mais informações de como está a saúde geral do paciente”, ressalta. Para calcular o IMC, basta dividir o seu peso (em kg) pela sua altura ao quadrado (em metros). Por exemplo, alguém que pesa 70kg e mede 1,50m, deverá fazer a conta da seguinte maneira: 70 ÷ 1,50² = 31,1.

– IMC entre 30 a 34,9: classificado como Obesidade Grau I;

– IMC entre 35 a 39,9: obesidade Grau II;

– IMC maior ou igual a 40: obesidade Grau III.

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